Da crise da habitação ao desvario de um (des)governo
O plano “Mais habitação”, recentemente apresentado pelo governo com a pompa e circunstância habituais para sobrevalorizar as remessas de “papas e bolos” que passa para a opinião pública, como sendo uma punção mágica para resolver, de uma vez por todas, a falta de habitações condignas, que afetam seriamente um espetro alargado das camadas mais frágeis da nossa sociedade, foi demasiadamente mau para ser credível e demasiadamente mal estruturado para ser exequível, girando tudo à volta de promessas irrealistas e manifestações românticas desenquadradas das condições do país.
