Manuel Cardoso

Bragança e as Coisas com Categoria A sacristia fantástica – e tão real

Portugal é muito assim: durante o tempo do Marquês ou no tempo dos liberais, ai de quem dissesse bem de D. João V; nos tempos de hoje, ai de quem diga bem das coisas da Ditadura, do Estado Novo, de Salazar ou de Marcelo; desde a Restauração de 1640, ai de quem diga bem dos Filipes! – e poderíamos continuar com mais exemplos! Mas todas as épocas têm as suas coisas boas e más e, sobretudo, todas as épocas são dignas de respeito, mesmo as mais difíceis, porque nelas houve muito heroísmo anónimo, íntimo e sem espalhafato, para as ultrapassar.


Bragança e as Coisas com Categoria: Joana, ainda hoje a Princesa…

Joana, Princesa da Arménia, e o Rei seu pai, vieram pela XVII Via, a caminho de Santiago de Compostela, com o seu séquito. Fizeram estância em Castro de Avelãs. Como Rei e Princesa ricos de então, deslocavam-se com homens de armas e demais cortesãos, mestres, criados, aias e escudeiros, músicos, artistas e boleeiros, dezenas de pessoas de pele pintada e adornos, tecidos de modas exóticas, carros e cavalos, montadas das cargas à trela, os peões, toda a parafernália duma caravana de gente importante na Idade Média.


Back to basics

A espuma desta fase eleitoral deve fazer-nos reflectir. O país não será o mesmo, seja qual for o resultado, complexo ou simples, depois das eleições. E haverá que reflectir não só pelo resultado mas desde já, e sobretudo, por tudo o que levou a que tivéssemos chegado aqui e por tudo o que se tem assistido neste período pré-eleitoral, um quase absurdo que culmina anos de caminhos e medidas políticas desligadas da realidade.


NÃO aos totalitarismos – SIM à Liberdade! 2

Uma das grandes conquistas da nossa civilização ocidental é a da liberdade e da sua afirmação. Poder ser livre no que se pensa, poder exprimi-lo e deixá-lo exprimir ao outro. Contudo, o politicamente correcto e a militância pelas correntes da moda estão a fazer com que seja demolida esta nossa grande conquista. Nas notícias, vemos pontos de vista sem contraditório, nota-se que muitos jornalistas se coíbem de dar a palavra a quem pense diferente ou exercem de imediato um contraditório militante sobre a notícia ou sobre o entrevistado. Que é da ética e deontologia jornalísticas?


NÃO aos totalitarismos – SIM à Liberdade! (1)

O mundo e as pessoas estão a atravessar um período tumultuoso. À escala global e à escala pessoal. A par de grandes e vertiginosos progressos científicos e sociais, ocorrem grandes e perigosos fenómenos e comportamentos totalitários que todos os dias nos perturbam e tentam sabotar a civilização construída e a nossa aspiração a uma sociedade cada vez melhor – e livre! Conseguir viver o nosso dia a dia com Liberdade, defendendo-a na família e na sociedade, é um imperativo de cada um.


Igreja

Apesar de trabalharmos sem quase olharmos a feriados nem a Domingos e de nem sempre termos ido à missa nem, muito menos, a confissões nem à comunhão e de ignorarmos os jejuns e a abstinência, contribuindo com quase nada para as despesas religiosas e de culto;


Os Bispos de Bragança-Miranda

Há Bispos que nos preenchem e que compreendemos ao crescermos. Com face humana, mas magnética para lá do humano, presente como um discípulo e apóstolo de Jesus Cristo, forma concreta da Sua vida e mensagem. Infundido da Fé pelo Espírito Santo, com Caridade na acção e capaz de despertar a Esperança em todos os que buscarem o transcendente para a vida, de ser instrumento de Paz.


Camilo de Mendonça

Há umas semanas, no início de Maio, em Valpaços, numa sessão no âmbito do Congresso do Azeite em que o auditório municipal, com centenas de pessoas, foi pequeno para nele caberem todos os que queriam assistir, houve dois momentos interessantes e significativos para a história de Trás-os-Montes e de todo o Nordeste.


Um passo em frente

Visitei recentemente uma Quinta no Douro, a quinta que faz o vinho mais caro de Portugal (não, não é o Barca Velha…). Produz por ano mais de 1 milhão de garrafas com 14 marcas diferentes, todas excelentes, com imensas variantes: monovarietais, monovinhas, de colheita, blends, reservas, do Porto, etc. Para conseguir isto fazem uma vindima selecionada, tão selecionada e dirigida que os custos de colheita chegam aos 16 cêntimos por quilograma de uvas. Mais de 70% da produção é exportada para o Brasil, Estados Unidos, Canadá e outros países.


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